Press releases que hoje se perdem em caixas de email passam a viver numa plataforma central. As marcas ganham distribuição. Os jornalistas ganham filtro. A AI adapta cada PR ao destino certo — automaticamente.
Três falhas estruturais que a plataforma resolve de raiz.
Uma agência de 2–3 pessoas não tem os contactos dos 50 meios relevantes. O PR sai por email genérico e fica no spam — ou simplesmente nunca chega.
O inbox do jornalista é um ruído enorme sem taxonomia. Um PR de saúde chega misturado com PRs de automóveis e tecnologia. Não há filtro, não há prioridade.
O mesmo PR da EDP vai para um site de tecnologia, um de economia e um de ambiente. Mas o ângulo certo para cada um é diferente — e ninguém o adapta manualmente.
As marcas entram pelo lado da distribuição. Os jornalistas pelo lado do consumo. A AI trabalha em ambos.
Cada feature resolve uma dor específica — nenhuma é decorativa.
AI tagueia cada PR com temas e subtemas no momento do upload. Sem trabalho manual para a marca, sem ruído para o jornalista.
PRs expiram ao fim de ~3 semanas. A base de dados mantém-se limpa e relevante — nunca uma imensidão de conteúdo obsoleto.
Jornalista subscreve temas ou fontes. Recebe um email diário com os novos PRs relevantes — não uma enxurrada de notificações individuais.
O mesmo PR da EDP chega adaptado ao ângulo certo: focado em tecnologia para um site tech, em sustentabilidade para um site de ambiente. Sem reescrita manual.
Jornalista marca PRs como interessantes. Volta depois, gera o artigo, e exporta. Separa a fase de descoberta da fase de produção.
Marca vê quantas vezes o seu PR foi exportado para back-offices. Não é clipping, mas é prova de distribuição — valor suficiente para justificar a subscrição.
Jornalista reencaminha PRs recebidos para o seu endereço pessoal na plataforma. Aparece na área privada, pronto para AI adaptation e exportação.
Exportação directa para qualquer WordPress via plugin. O artigo aparece em rascunho no back-office, já formatado e adaptado. Zero copy-paste.
Modelo clássico de marketplace de dois lados: um lado paga pela distribuição, o outro beneficia da selecção.
Não é clipping real (não confirma publicação, só exportação). Mas é um número com valor suficiente para agências pequenas sem serviço de clipping.
A AI de adaptação de PRs já existe no Gustavo. A plataforma é a camada de distribuição e gestão em cima.
A plataforma não publica artigos, não gere CMS dos clientes, não substitui o back-office dos meios. A única integração com o exterior é a exportação one-way para back-office. Tudo o resto vive dentro da plataforma.
Validar antes de construir. O MVP pode ser surpreendentemente simples.
Definir o nome comercial, domínio, e a proposta de valor numa frase. Decidir se o produto é da NC, da DI, ou uma entidade separada.
Antes de código: mostrar este one-pager a 3–5 jornalistas ou editores. Confirmar se o pain point da base de dados de PRs filtrada é real e se pagariam (ou usariam gratuito).
Confirmar se o modelo "pago para distribuição" faz sentido para agências sem rede de contactos. Qual o valor máximo que pagariam por mês?
O Workflow 2 (PR privado → AI reescrita → exportação) é o mais simples de construir — aproveita directamente o Gustavo. Serve como produto de arranque e prova de valor da AI.
Com jornalistas já a usar a plataforma pelo Workflow 2, lançar o lado das marcas. Eles entram porque os jornalistas já estão lá.